Nesta obra, Maria Lynch articula a tensão entre figuração e abstração por meio de uma figura feminina simplificada, quase sem identidade definida, que se apresenta mais como presença simbólica do que como retrato. Ao redor, formas e cores autônomas constroem um campo visual vibrante, no qual a pintura passa a definir o desenho da obra. Entre o silêncio da figura e a intensidade do entorno, a artista reafirma a cor como protagonista e a imagem como um espaço de transformação.
Apresenta Certificado da Galeria Roberto Alban, representante da artista na época